News 03/09/2019

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Bancos geram a maioria dos problemas de proteção de segurança

Confira um pouco mais sobre o que saiu nos veículos de comunicação no dia 03/09 sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Bancos geram a maioria dos problemas de proteção de segurança

Segundo uma matéria divulgada pelo site da Infomoney, o maior vilão da proteção de dados atualmente não são os hackers, e sim a falta de segurança apropriada disponibilizada pela plataforma dos próprios bancos.

Segundo o presidente do Bafin, Feliz Hufeld, cerca de 75% dos incidentes é provocado por possíveis contratempos internos dos bancos, problemas de procedimentos ou falha na verificação de segurança.

O presidente do órgão ainda comentou sobre as possíveis consequências que um banco ao sofrer ataques pode ter: “Dependendo do prejuízo, um ataque desses, ao demorar 24h para resolução, pode resultar em um prejuízo de aproximadamente U$ 20 milhões dependendo do País em questão”.

Mercado móvel global é um dos principais alvos de hackers

Com o crescimento exponencial dos aparelhos móveis em todo mundo, o ataque a este tipo de dispositivo se tornou cada vez mais comum. E esta é uma das maiores preocupações dos profissionais ligados a cibersegurança.

Segundo os responsáveis da Positive Tecnologies, responsáveis pelo levantamento de dados do atual cenário de ataques através de smartphones, “As operadoras, apesar de cientes dos problemas de cibersegurança que enfrentam, ainda continuam vulneráveis a ataques, totalizando 78% das redes de telecomunicação em todo o mundo”.

Ainda de acordo com os dados levantados, ataques a celulares através de mensagens de texto (SMS) são de 9 em cada 10 casos.

Manifestantes em Hong Kong usam apps de mensagens por bluetooth para evitar bloqueios

Ainda em pé de guerra de acordo com a guerra política em Hong Kong, os manifestantes locais estão encontrando outros meios para organizarem os eventos, através de aplicativos que ainda não sofreram interferência do governo.

A forma encontrada para o compartilhamento de informações está sendo através de aplicativos de mensagens que funcionam através da tecnologia de bluetooh.

Alguns dos apps escolhidos pelos manifestantes estão sendo o FireChat e o Bridgefy, que além da tecnologia bluetooth, conseguem compartilhar mensagens de maneira off-line.

A luta contra o governo já dura aproximadamente três meses e a cibersegurança da região está cada vez mais intensificada, com o objetivo de conter mais manifestantes para a causa. Aplicativos como o Telegram já sofreram ataques durante este período.

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Clique aqui para saber mais sobre o assunto.

Huawai acusa EUA de enviar ataques contra seus sistemas

Uma das maiores empresas de tecnologia e do setor de segurança de informações, a Huawai acusou nesta terça feira os Estados Unidos de lançarem ciberataques contra seus sistemas de dados e segurança, impedindo a normalidade da operação do empreendimento chinês.

Segundo a nota divulgada pela empresa, “Os Estados Unidos esta´se aproveitando do estado para usar sua influência política e diplomática para pressionar outros governos para que proíbam os equipamentos da Huawei”.

Este é apenas mais um capítulo da guerra entre a empresa e o governo norte americano, que estão envolvidos que possuem interesse diferentes a respeito do futuro da cibersegurança e toda a estrutura que será adotada em torno do assunto para os próximos anos.

E-mails corporativos são principal alvo de ciber ataques

Cada vez mais os e-mails corporativos estão sendo bombardeados de vírus, boletos falsos e possíveis ataques disfarçados de mensagens, cobranças e até mesmo “intimações online”.

De acordo com a empresa global de seguros AIG Worldwide relatou em pesquisa recém divulgada é a de que 23% de todos os pedidos de seguro de cibersegurança são em razão a ataques aos e-mails corporativos.

Por isso, com a nova atualização da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é essencial que os colaboradores sejam devidamente treinados para a identificação imediata de uma possível ameaça e quais atitudes deve tomar diante desta situação.

Clique aqui para saber um pouco mais sobre o tema.

Siemens lança produto voltado para a cibersegurança

A Siemens está introduzindo no mercado tecnológico uma versão mais potente de sua plataforma de hospedagem para aplicativos industriais. O principal objetivo da empresa de tecnologia é conseguir executar aplicativos de softwares de terceiros em ambientes que sejam considerados impróprios ou até mesmo considerados “críticos”.

O Ruggedcom APE1808 ganha destaque por conter firewalls, registros de rede e processadores mais potentes. Além de ter sensor de intrusão, capaz de detectar invasões ou ataques que ameacem a cibersegurança do equipamento.

A intenção da Siemens é reforçar ainda mais o mercado de cibersegurança e oferecer aos clientes corporativos a tecnologia necessária para o armazenamento de informações do cliente final e uma hospedagem mais leve.

Entenda um pouco mais sobre a proposta da empresa clicando aqui.

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